terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Estes dias estarei viajando de férias,mas retornarei no próximo mês com mais novidades..

Um grande homem: Meu pai

Quando eu olho o meu olho além do espelho.
Tem alguém que me olha e não sou eu.
Vive dentro do meu olho vermelho.
É o olhar de meu pai que já morreu.
O meu olho parece um aparelho.
De quem sempre me olhou e protegeu.
Como agora meu olho dá conselho.
Quando eu olho no olhar de um sobrinho meu.

Toda imagem no espelho refletida.
Tem mil faces que o tempo ali prendeu.
Todos têm qualquer coisa repetida.
Um pedaço de quem nos concebeu.
A missão de meu pai já foi cumprida.
Vou cumprir a missão que Deus me deu.
Se meu pai foi o espelho em minha vida.
Quero ser pro meu filho espelho seu.

A Caminhada

Para onde irá toda aquela multidão?
Para que serve tudo aquilo que leva na mão?
Para que cobrir o rosto com um pano preto?
Por que andar descalço?
Numa estrada predegulhosa?
E porque está cantando?
Numa fila daquele tamanho.
Segue a multidão,
cada um com uma sacola na mão.
O rosto envolvido pelo preto pano
É o sinal de tristeza
E o andar descalço é um protesto,
O sangue que jorra dos pés é sacrifício
E o canto é o desencanto.

Mas, para onde estará indo?
Será que a caminhada é longa?
O destino ninguém sabe
E a caminhada prossegue.

Jamais encontrará aquela pessoa que lhe falou rindo,
Que o mundo era cor-de-rosa
Onde mora a felicidade daquele que merece.

A jornada continua dentro da convicção
Que, do outro lado do arco-íris
Existe um paraíso, reina a paz e a solidão.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Meu recanto....

Não é do alto, nem na cobetura,


Sentado numa esteira e meditando,


Lanço-me ao meu próprio desencanto,


Absorvido pela ária de um belo canto,


Despojo-me de todo no meu recanto.



Transpoto-me para bem longe,


Lembro-me de alguns sonhos,


Onde conheci lugares jamais visitados,


Senão pelas ilusões dos meus encantos


Numa sutil viagem imaginária


Para tão longe, que ao regressar


Deixo-me tomar pelos meus prantos,


De saudades para o meu recanto.



É outro dia,


O Sol desponta no seu fulgor,


Da janela, observo os transeuntes,


Cada um seguindo para o seu destino,


Seja lá onde for,


A correria é geral


Sem que se possa imaginar o pensamento de cada um,


Pra onde vai ou de onde vem,


Fecho a janela e recolho-me num canto


Dentro do meu recanto.



Lembrei-me que tenho de sair,


Não sei o meu destino,


Se vou ao cinema, teatro ou


Ouvir música, num canto na minha casa.



domingo, 11 de janeiro de 2009

Trôpegos pensamentos

Olhe para cima, veja o céu,
Olhe para baixo, veja o chão,
Olhe para dentro, veja você mesmo
O seu organismo, o seu coração.
Todo lado que você olhar
Sempre verá uma coisa,
É desta imagem que vemos ou voc~e ver,
Que criamos a idéia de um ser.
As miragens no deserto,
É uma vontae, uma salvação imaginária
Que desaparece com o tempo,
Com o sol, a poeira, o vento e o desalnto.
Mas, nem tudo está perdido,
Ao longe, ouve-se vozes,
Corre mais do que depressa,
Veja se alcança o eco da voz que não falou
Sua mente, mas umavez lhe aganou.
Você desajaria estar numa piscina,
Ou num banheiro, ou numa sombra
Sentado e descansado do sofrimento,
Que lhe parece um tormento em torno do seu pensamento.
O suor nas suas fontes,
O desespero lhe invade a alma,
A desilusão se aproxima e lhe afasta
Da salvação, de um copo d'água.

Por onde andará?...

Meu Deus! onde andará a felicidade? Será que ela não existe? É imaginária? Ou existe de verdade? Como se pode vê-la? Existe algum caminho para chegar a ela? Muito longe? Seria atravessar todo horizonte? Ou está bem perto de nós, escondida sem que percebamos? E o sonho dourado? Qual segredo existe naquele castelo lá no ato construído de pedras?
A sua escadaria nos levaria até lá? E lá encontraríamos a felicidade? E o sonho que acabou trazendo a realdade sobre a felicidade que é a paz íntima e estar junto a Deus é uma certeza? As ilusões são pinturas do que queremos ou ambição do que desejamos? Não se pode vencer sem lutar.
Lutar contra quem?
Os reveses da sorte? E o que é sorte? É ganhar sem fazer forças, e a luta onde fica? E a tenacidade para a concretização de um ideal é algo que não vale a pena quando se tem sorte? Eu tive um sonho, acordei zangado pois queria que durasse mais tempo.
Acordar vivo é uma felicidade? Agora estou entendendo, a felicidade é a própria vida de qualquer forma que se apresenta. São os olhos abertos para para enxergar o horizonte, é seu nariz para cheirar, é seu paladar, são seus braços e suas pernas para andar. Isto é a felicidade que Deus nos dá.

sábado, 10 de janeiro de 2009

A Humanidade


A vida é tida como um circo, nós somos os palhaços neste vasto e grande universo que nos abriga dia e noite por alguns anos. As risadas são constantes os tropeços que se dá neste gigante planeta sem lona e sem cordas. As luzes são as estrelas. As cenas na arena ora são grandes e ora são pequenas. Nós somos os animais. nós mesmo berramos quando apanhamos de chicotes e chibatas de couro cru. As lágimas derramam nas faces, o sofrimento nos acompanha, não há como evitar que os animais, nós msmo, possam nos maltratar. O espetáculo é longo neste tenebroso inverno, não exite espectador, não exite bilheteria e nem alegria, não existe pagamento para ver um sofrimento dos palhaços que riem, sofrem sem fingir. Não se fala em apagar as luzes, elas sempre estão acesas, de dia a noite e da noite ao dia, sem corrente elétrica, sem lâmpaas ou aladins, sem música e sem orquestra, sem maestro e sem batuta, sem entrada, pois já estamos dento do grande circo sem lona, sem cordas e sem dono.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Perspetivas

Quem crer em Deus, não pode perdr as esperanças daquilo que almeja. este é o ponto máximo que ainda sepode esperar. Todavia, seja a feita a vontade Dele e não a nossa.
Doutra forma, não se pode mais acreditar em ninguém e nem esperar a concretização dos meus planos. É umaverdadeira bola de neve, uma corrente frágil que, rompimento de um elo, provoca a falta de pontualidade, mesmo contra vontade.
O mundo conturbado nas suas diversas modificações, seu dinamismo voraz onde prepondera a sagacidade, falta de humaidade e inteira violência. Não mais existe respito ao próximo, as omunicações nã passam de tapeações, um empurra pra lá pra cá, e quem tem vergonha termina, sem outro recurso, sendo e fazendo vítima de pessoas que não merecem.
Não mais existe o que fazer para fugir do ciclo vicioso e vergonhoso. As intenções de alguns são boas, mas, a avalanche das más intenções vem determinando, em vista de seu número ser mais volumoso.
No momento de reflexões, principalmente a noite, intimamente, pergunta-se, que teria feito para estar passando pelo mau bocado, não encontra resposta. Tece um plano para melhoras e levantar o astral, nada de bom aparece, mesmo na expectativa daquilo já feito e merecedor de um bom reparo. Novamente a pessoa é atacado pelo " deixa para depois ", com isto, fica você na impontualidade do cumprimento do que prometera.
É uma situação insustentável em todos os angulos nada mais se pode esperar.
Mas, enquanto há vida, há esperança. Baseado neste velho pensamento e com o coração contrito em Deus, mansamente se espera uma luz no fim do túnel.

O Andarilho

O Caminho nem sempre era o msmo do dia anterior. Como se tivesse uma tarefa a cumprir a cada dia final de suas andanças diárias, pernambulava pelas ruas da cidade em ritmo acelerado e preocupado.

Certa vez alguém interrompeu a sua marcha cotidiana para saber o porquê ele fazia aquilo como se fora uma obrigação, ele prontamente respondeu que, era uma obrigação acompanhar o desenvolvimemento dacidade e se inteirar das novas obras que estariam sndo edificadas e, até mesmo sobre o cuidado que estariam tendo com as já construídas.

Na verdade, não era bem isso...

Esse mesmo alguém de3cidiu que apartir do dia seguinte o acompanharia afim de certificar-se da verdade.

De longe, o andarilho observou qu stva sendo seguido e, de logo pensou: Até que enfim apareceu mais um louco para ajudar-me a não fazer nada.